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quarta-feira, maio 30, 2007

3º BTT Barroselas, 27/05/2007

No dia 27 de Maio de 2007 realizou-se em Barroselas o 3º Passeio de BTT organizado pelo grupo "Barroselas Bike Team".

O dia começou escuro e a chuva não tardou a fazer-se sentir e ainda a caminho de Barroselas, as 6 "Raposas" inscritas, mais um dos "Raposinhas" (ou piloto da Bikezone? A dúvida subssiste...) e os dois colegas da Bikezone de Barcelos, já lamentavam as condições metereológicas e em tom de brincadeira ameaçavam não alinhar no passeio.
Após uma pequena palestra com vista ao bom desempenho e comportamento de todos os participantes, os cerca de 250 ciclistas presentes fizeram-se ao caminho.

Debaixo de chuva intensa e ao contrário do que seria de esperar, alguns "betetistas" imploravam pela chegada das primeiras subidas para aquecer o corpo.

A parte inicial do percurso não tinha dificuldades de maior. Aqui e ali com uma subidinha mais acentuada, num misto de terra e empedrado, com uma bonita passagem sobre o rio Neiva através de uma ponte de madeira feita pela organização na manhã do dia anterior.
Com o passar do tempo, alguns trilhos foram-se tornando muito lamacentos dificultando o andamento do pessoal, principalmente do que andava na última parte do pelotão.

Por volta do km 20, após a passagem pela Vacaria e da subida ao Monte de Portela de Susã, eis-nos chegados ao abastecimento alimentar. Já com uma apetitosa sandes de queijo com marmelada na mão e com um ar muito sério perguntei a umas senhoras que lá se encontravam a ajudar "...somos os primeiros?". As senhoras soltaram uma enorme gargalhada à qual eu respondi "...não se riam. Já vou na segunda volta e se os meus colegas se despacharem vou dar a terceira!". As senhoras, um pouco incrédulas, de pronto responderam"...vê-se logo que não são de cá porque os de cá não chegam à terceira!". Que lindo comentário e que bem que me fez ao ego...

Posto isto, era tempo de nos fazermos novamente ao caminho. A subida ao Monte de Vitorino contemplou todos os participantes com belíssimas paisagens e excelentes trilhos. Já a descer, a adrenalina subiu e a "maluqueira" apoderou-se das "Raposas".
Porém, o passeio de três delas ficou infelizmente pelo km 30. Ainda averiguávamos os estragos feitos por um ciclista irresponsável que provocou a queda do Carlos Emigrante e recebemos a notícia que o outro Carlos, o Rei dos Plásticos, também tinha caído. Logo nos apressamos a fazer as íngremes subidas até ao local onde este se encontrava a fim de nos inteirarmos do que tinha acontecido. Um enorme hematoma num braço e um pneu estourado realçava à vista mas as suspeitas eram de algo mais grave. De pronto chegaram duas moto-quatro que levaram o nosso colega tendo eu e o Carlos Emigrante feito cerca de dois km com as três bikes até à estrada mais próxima onde nos esperava uma carrinha que nos levou ao local de chegada.

Mais tarde, já no hospital de Viana do Castelo, as suspeitas de fracturas foram afastadas. Como bons portugueses é caso para dizer "do mal o menos...".

Mesmo assim, quem anda nisto sabe que as quedas fazem parte e o dia saldou-se por mais uma excelente jornada de BTT.
As outras "Raposas", mais dadas à velocidade e aos longos percursos, nitidamente agradadas, deram o tempo por bem empregue.

Parabéns ao pessoal de Barroselas pela boa organização e obrigado aos colegas do Rio Neiva BTT pelo apoio dado ao Carlos.

Foi pena o mau tempo...

2007/05/31, Joca

1ª Pedalada Solidária, 26/05/2007

Sensibilizadas pelos fins solidários, as "Raposas" participaram no passado dia 26 de Maio de 2007 na denominada "1ª Pedalada Solidária", levada a cabo pela Associação SOPRO, com o apoio do Colégio La Salle e dos Amigos da Montanha.


Com partida e chegada ao Largo da Porta Nova, em Barcelos, o passeio de bicicleta, associado a uma caminhada, tinha como objectivo angariar fundos que serão destinados à concretização dos Projectos da SOPRO que durante o verão de 2007 pretende enviar 4 voluntários para Belo Horizonte, em Minas Gerais no Brasil, para um centro de acolhimento de crianças; 2 voluntários para Moçambique, sendo um deles a longo prazo; e um voluntário para Melila, para o trabalho com refugiados na zona norte de Marrocos.


Para além das três "Raposas" (Jorge, Quinzé e Joca), estiveram também presentes de forma significativa o grupo de BTT da Escola E.B. 2, 3 de Manhente, os Bike +, e os nossos amigos "Noddys".


Feitas as inscrições e entregues os donativos, deu-se início ao passeio que percorreu inicialmente o centro da cidade com os grupos em conjunto, caminhada e pedalada. Na zona da Estação, os grupos separaram-se e seguiram em sentidos opostos. A pedalada seguiu até ao Socorro, em Areias de Vilar, onde se fez uma pequena paragem para recuperar energias. O seguinte destino, Igreja de Gamil, era comum aos dois grupos. À nossa espera estava um lanche (pão misto e sumo) e uma sombrinha muito agradável.


Estava um dia excelente para um passeio de bicicleta e os cerca de 20 km de percurso realizaram-se em amena cavaqueira entre a mais de meia centena de ciclistas participantes. Para ter sido perfeito, mas mesmo perfeito, era não ter havido algumas "subiditas" que conseguiram pôr a língua de fora aos menos habituados a estas andanças.


Após a fotografia para a posteridade, deu-se início à última etapa em direcção ao Largo da Porta Nova.


Missão cumprida.


2007/06/30, Jorge Fernandes

quinta-feira, maio 24, 2007

BTT Primavera, 19/05/2007

Ao lançar um breve olhar sobre o "Passeio Primavera", promovido pela "Cervejaria Carioca" (Esposende) e organizado pelo grupo "Rio Neiva BTT", realço sem qualquer dúvida o convívio que no final se proporcionou.

Cansados e após um percurso extremamente longo (30 km), sempre rolante mas muito duro (não fossem os engarrafamentos permitir algum descanso), com as "Raposas" a serem permanentemente perseguidas pelos "Noddy's" (para quem não sabe mais um divertido grupo de BTT de Barcelos) e por um pelotão em geral sempre pronto para a brincadeira, fomos brindados com um banquete sem restrições na comida e bebida desejada.

Agora imaginem cento e muitos participantes do género masculino e apenas dois do género feminino, com muita cerveja à mistura. Este foi o mote para as mais hilariantes reinações, sempre com muito respeito.

A "Raposa" chefe, ou seja o nosso presidente Joca, revelou-se um verdadeiro cavalheiro, ao mostrar que domina perfeitamente a arte de coabitação com o próximo, mostrando aos outros representantes das "Raposas", de seus nomes Quinzé, Jorge e ainda os nossos afilhados Duarte e Juliano (este é afilhado ou piloto da Bikezone?! O rapaz ainda está indeciso...) qual deve ser a postura a adoptar nas próximas edições. Devo realçar que esta lição também serviu de aprendizagem para os dois rijos "Noddy's", Jorge e Nuno (não, não é o Pinto da Costa!) que, apesar de estarem com vontade de dormir, resistiram até ao fim com muito entusiasmo.

De destacar a postura da Isabel, representante de uma conhecida marca de cerveja e uma das participantes no passeio, que para além de distribuir prémios por todos, com a ajuda do divertido João do "Rio Neiva BTT", distribuiu beijos e simpatia, mostrando conhecimento da modalidade ao reconhecer (a nosso pedido) o Juliano como piloto oficial da Bikezone.

22/05/2007, Quinzé

A RAPOSINHA TOMOU-LHE O GOSTO...

No dia 19 /05/2007, eu, o grupo das "Raposas", mais três colegas de turma e o ciclista Juliano, participamos no passeio Primavera que teve sensivelmente 30 km.

O passeio organizado pela associação de BTT do Rio Neiva correu bem... tirando o pequeno acidente com o meu colega Zé.

O reforço alimentar foi fixe porque o pessoal enquanto comia a sua baguete e bebia a sua Coca-Cola/Fru-tea/Cerveja, ia ouvindo o relato da final da taça Inglesa.

A parte do jantar foi a melhor. O pessoal comeu e bebeu até cair.

No final, houve uma entrega de lembranças a todos os participantes feita por uma menina simpática que brindou o pessoal com dois beijinhos.

Para o ano espero estar lá outra vez.

24/05/2007, Duarte

quarta-feira, maio 09, 2007

Portalegre BTT Selenis Sportzone, 05/05/2007

5 de Maio de 2007 foi a data escolhida pelos "Ases do Pedal" de Portalegre para a realização da "Maratona BTT Selenis Sportzone".

A excelente organização das anteriores edições aliada à deslumbrante beleza natural do norte alentejano faz com que Portalegre seja já por muitos considerada a "Meca" do BTT nacional.

Como todas as grandes aventuras, esta não foge à regra e só quem nela participou perceberá que não é fácil traduzir em palavras tamanha experiência.

A edição de 2007 contou com a presença de aproximadamente 5300 participantes entre os quais 10 "Raposas". É um número de respeito e difícil de superar. A imensidão de ciclistas que se perfilaram desde muito cedo na zona de partida foi sem dúvida alguma o primeiro momento memorável desta aventura.

Numa primeira fase em que os percursos da maratona (100 km) e da meia-maratona (40 km) coincidiam, há a salientar o facto dos congestionamentos provocados pelo elevado número de ciclistas (e também pela inexperiência de alguns), obrigarem a longas paragens ou a marcha bastante lenta em zonas de quase inexistente dificuldade. A passagem nos diferentes postos de controlo dentro de limites de horário préviamente definidos pela organização obrigava a alguma gestão do tempo, principalmente pelos que se propunham à conclusão da maratona (100 km).

Após a separação dos percursos, era tempo de viver a aventura em toda a sua plenitude. O traçado mais longo revelava-se duro. Além da dificuldade natural de subir (...e subia muito!), as rápidas e espectaculares descidas também não permitiam descanso. O sobe e desce constante ia fazendo imensos estragos físicos. Não foram poucas as vezes em que se ouviu a pergunta "...mas porque é que me meti nisto?". A resposta estava bem ali, à nossa volta. Os magníficos trilhos e a estonteante paisagem faziam as maravilhas de todos quantos amam este desporto e o praticam numa vertente de lazer e usufruto da natureza.

Para os que completaram a maratona foi uma enorme realização pessoal. Para os que não o fizeram certamente que não o foi menos. Não me refiro aos que por infortúnio das quedas ou das avarias mecânicas foram obrigados a desistir mas àqueles que, tal como eu, não se sentiam na disposição de efectuar tamanho sacrifício e que, no limiar do prazer, voluntáriamente decidiram terminar ao km 60.

Após um merecido banho, um óptimo repasto aguardava os participantes. Da ementa constava caldo verde, sopa de cação, massa esparguete com lombo de porco, pudim, água, sumos e vinho, tudo "à vontade do freguês".

Relativamente à organização, a nota é muito positiva. O elevado número de participantes antecipava imensas dificuldades mas estas, no essencial, não se fizeram sentir. O percurso estava bem sinalizado. Os reabastecimentos bem organizados, em número suficiente e com diversidade de géneros. Os meios de socorro faziam-se notar embora tenha ouvido relatos negativos quanto à sua prontidão em zonas mais remotas. Neste aspecto há que ter em atenção a extensão do percurso que dificultava bastante a tarefa.

Para terminar, um grande bem haja para as gentes Alentejanas. A enorme alegria e hospitalidae com que receberam todos quantos se dirigiram a Portalegre irá com certeza ficar na memória de todos.

Uma nota final para um assunto, infelizmente, cada vez mais recorrente. Cerca de metade dos participantes da maratona (100 km), ou não terminaram o percurso ou não viram o seu tempo homologado pelas mais diversas razões, entre as quais não cumprirem os tempos de passagem nos postos de controlo ou mesmo à chegada. Estes passeios de cariz não competitivo são cada vez mais condicionados pela participação minoritária do "pessoal racing". As organizações tendem a cair no erro de, com vista à necessidade de superação destes participantes, elevarem de forma não poucas vezes absurda, a dificuldade dos percursos. Para a maioria, 100 km só por si seria já um bom desafio. A dificuldade acrescida dos traçados escolhidos deita por terra grande parte das virtudes deste desporto pois não há tempo para usufruir. Muitos dirão que há quase sempre a opção das meias-maratonas. Realmente há mas a mesma liberdade que todos têm em andar ao ritmo que mais lhes agradar é a mesma que cada um tem de fazer a opção por uma ou outra distância. Por outro lado, com vista a tirar o máximo proveito das regiões onde se realizam estes eventos, a grande maioria gostaria de percorrer o máximo de km's possível, assim o permita a dificuldade dos percursos. No caso de Portalegre, como tive oportunidade de conferir com muitos participantes, 40 km era pouco mas com esta dificuldade 100 km era muito.

10/05/2007, Joca

sexta-feira, maio 04, 2007